sábado, 3 de julho de 2010

17 Idéias para você Salvar o Mundo



Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

1. Informe-se

Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.

2. Aja localmente

Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.

3. Pense localmente

Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.

4. Some

Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure uma parecida na qual você possa se engajar.

5. Otimismo é fundamental

Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.

6. Seja efetivo

Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.

7. Crie notícia

Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.

8. Planeje sua família

Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.

9. Não polua

Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.

10. Preserve a biodiversidade

Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.

11. Seja coerente

Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.

12. Passe a sua vida a limpo

Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.

13. Boicote

Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por movimentos: faça isso sempre que cair a ficha.

14. Eleja e cobre

Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.

15. Separe o joio

Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

16. Ensine as crianças

Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.

17. Acredite no futuro

Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.



Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra/junho 2001

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ser ou Não Ser Empresário


A abertura de novos negócios é fundamental para o desenvolvimento do nosso país. No entanto, apenas vontade e coragem não são suficientes para o sucesso empresarial.

O candidato a empresário precisa conhecer os aspectos que envolvem a abertura de um negócio, o tamanho e as características do mercado no qual pretende atuar, a legislação vigente, os padrões de qualidade e, não menos importante, como obter o capital necessário para implantação e operação do negócio. Esses fatores, aliados à afinidade com a atividade a ser desenvolvida e à competência gerencial, são fundamentais para o sucesso.

Os motivos mais citados para deixar de ser empregado e começar um negócio próprio são:

• “Mandar no meu próprio nariz”.
• Ser patrão ao invés de empregado.
• Ganhar mais.
• Dedicar mais tempo à família.
• Sair da rotina.
• Realização pessoal.
• Provar para si mesmo e para os outros sua competência.
• Trabalhar menos e tirar férias quando desejar.
• Percepção de uma oportunidade.
• Por necessidade.

Porém, ser empresário exige sacrifícios que muitos não estão dispostos a fazer. Entre alguns desses estão os seguintes:

1. Trabalhar de 12 a 15 horas diárias ao invés de 8 horas como empregado.
2. Alguns empresários não tiram férias. Quando saem em férias é por poucos dias e mesma assim ligam para a empresa “só para saber como vão as coisas”.
3. Muitas vezes se envolvem tanto com a empresa que diminuem, ao invés de aumentar, o tempo dedicado ao convívio familiar.
4. Sua desejada independência torna-se relativa quando se observa a dependência em relação aos fornecedores, bancos, clientes, funcionários, governo, etc.
5. O Patrimônio Pessoal e familiar muitas vezes corre risco ao ficar em garantia de empréstimos bancários.
6. Sua vontade de ganhar muito dinheiro esbarra muitas vezes nos entraves da falta sua de
competência ou de seus colaboradores.

Vale a pena?

Olhando pelo lado econômico, empreender ainda é um bom negócio. Caso contrário, não teríamos tantas pessoas investindo em negócios próprios, quando bem que poderiam deixar seus recursos rendendo numa segura caderneta de poupança.

Riscos são inerentes aos negócios. Uma vez que dinheiro “não leva desaforo para casa”, mais do que gosto por aventura é preciso ter os pés no chão e correr riscos sim, porém, calculados. Para isso o empreendedor dispõe de uma velha e valiosa ferramenta de administração chamada “Plano de Negócio”, na qual tem inserida uma peça chamada “Viabilidade Econômico-Financeira” que responde às perguntas:

• Quanto dinheiro tenho de investir?
• Quanto terei de lucro?
• Quando acontecerá o retorno dos investimentos?
• Quais serão os impostos a recolher?
• Esse negócio vale a pena?

Planejar o negócio é fundamental para que o sonho de ser empresário não se tranforme em um pesadelo.

Por Soeli de Oliveira - Consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de Varejo, Vendas, Motivação e Atendimento - E-mail: soeli@sinos.netEste endereço de email está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. - Novo Hamburgo - RS.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

As eleições e a internet


Pesquisa recente da consultoria norte-americana Digital Daya aponta que, dos 164 países das Nações Unidas, 24 tem seus líderes presentes no Twitter.

No Brasil, os políticos têm usado essas e outras redes sociais para fazerem sua campanha em 2010, além de outras ações de marketing digital. A tendência é que encontremos uma certa variedade de ações este ano, inspiradas tanto em cases de sucesso de empresas que trabalham suas marcas nas mídias sociais, quanto estratégias adotadas por políticos de fora do Brasil.
Nesse aspecto, o sucesso da campanha online de Barack Obama tem sido um dos modelos utilizados como base para a formatação de campanhas digitais brasileiras, pois é um case de muito sucesso. Ele serve de exemplo para praticamente toda ação, seja ela política ou para os negócios, mas Obama não fez nada sozinho. Ele investiu pesado nas redes, contando com uma equipe de 40 pessoas, dentre elas excelentes estrategistas digitais, já habituados com as redes e o comportamento dos usuários nelas.

Além disso, a campanha mobilizou as pessoas em torno de uma causa e, então, fortaleceu uma rede de apoiadores. Obama ressaltou o poder do voluntariado e mostrou como mover as pessoas em torno de algo que elas acreditam. Ele atentou para essa verdade: aqueles que acreditam na própria marca, disseminarão o conteúdo por vontade própria e alcançarão cada vez mais um número maior de pessoas.

Seguindo modelos ou criando novas estratégias, a regra mais importante e básica para se atuar nas mídias sociais é: você precisa estar disposto a ouvir as pessoas, receber suas críticas, e se comunicar com elas de forma mais transparente. Quando você entende o que o seu público quer e ele enxerga em você como algo de bom, que não quer apenas vender, mas estar junto dele, participando e, muito importante, respondendo suas dúvidas, é muito mais fácil chegar a ele e criar uma conexão, um vínculo.

As mídias sociais trouxeram esta comunicação de mão dupla de uma forma que ela já não pode mais ser ignorada, as pessoas hoje exigem isso. É preciso entender isso e mudar o modelo de pensamento, principalmente no caso dos políticos, que precisam ter a população junto deles, acreditando e apoiando seu trabalho.

É importante lembrar que tudo ainda é recente quando o assunto é mídias sociais, portanto, nada melhor do que experimentar. Ninguém sabe tudo sobre o marketing na internet, mas aqueles que o conhecem a fundo sabem que, após compreender bem o ambiente digital, é necessário fazer testes – mas testes conscientes.

Fonte: Jornal - O Serigráfico

Cliente em primeiro lugar

Quem nunca ouviu a expressão "o cliente sempre em primeiro lugar"?

Esse é o lema de praticamente todas as empresas que lidam com qualquer tipo de venda, em todos os segmentos. Mas para o professor Dilson Almeida, palestrante mato-grossense discípulo de Lair Ribeiro, esta é uma idéia totalmente ultrapassada.
Durante a sua palestra "Empresa do futuro - um novo modelo de liderança", que aconteceu no dia 29 de abril, no Hotel Fazenda Mato Grosso, ele explicou que o cliente hoje deve vir em segundo lugar na organização. "Em primeiro lugar deve vir a equipe da empresa. Ela deve estar muito bem preparada e treinada para receber os clientes e fazer um atendimento diferenciado, para encantar os consumidores", explicou o professor.

Ele revelou aos participantes que o que diferencia as empresas atualmente pode ser apenas um detalhe. "A concorrência hoje em dia está muito maior e os consumidores estão cada vez mais exigentes. Os preços não são mais definidos pelas organizações, e sim, pelo mercado. O que destaca uma empresa hoje é o atendimento. Se ele for feito de uma maneira que agrade o cliente, a chance de que ele volte é muito grande", comentou.

Outro ponto fundamental para uma liderança de sucesso, de acordo com Dilson, é saber contratar bons funcionários. Para ele, a melhor pessoa para trabalhar na empresa tem que precisar, querer e gostar do serviço. "Pessoas com essas características tendem a se comprometer mais com o trabalho. Além disso, contratando as pessoas que tenham o perfil certo para o cargo, o líder consegue diminuir a rotatividade de funcionários dentro da organização, o que leva a um aumento dos lucros e a um maior comprometimento dos colaboradores", destacou.

No portal www.grupoda.com.br o palestrante disponibilizou alguns testes para que os líderes identifiquem as características dos candidatos à vaga de suas empresas.

Fonte: Jornal - O Serigráfico

Copa do Mundo inspira ações da Nestlé


A Nestlé, patrocinadora oficial da Seleção Brasileira, traz a partir deste mês uma série de ações para o consumidor nos segmentos de achocolatados, chocolates, cafés, lácteos e culinários, todas inspiradas no evento esportivo mais aguardado do mundo.
Para os consumidores das regiões Norte e Nordeste - segundo maior mercado para a Nestlé em volume de vendas - a marca apresenta a promoção "Coração Amarelo", que sorteará brindes e casas.
Outra novidade é a coleção especial das latas de Ninho litografadas com as camisas do Brasil vencedoras dos Mundiais de 58,62,70,94 e 2002, além da versão 2010. Ao todo serão 15 milhões de latas colecionáveis. Haverá forte divulgação nos pontos de venda, com o apoio de cartazes, cubos, entre outros.
A divulgação da promoção conta com amplo plano de mídia, que engloba inserções em TV, anúncios em revista e na web - com ações nos principais portais e sites de relacionamento e de games - desde 15 de maio. Materiais específicos nos pontos de venda complementam a comunicação.
Utilizando criatividade o contexto de goleada que o termo "chocolate" possui no futebol, a Nestlé dará continuidade à campanha Chocolover. Além de inserções em TV e anúncios impressos, a empresa investe em um grande impulso digital. No hotsite de Chocolover, o público poderá criar seu próprio avatar e, simulando um jogo de futebol, dar um "chocolate" virtual nos rivais.
Para incentivar ainda mais a torcida, a Nestlé ilustra a Caixa de especialidades com imagens que remete ao Mundial e também com informações sobre as vitórias históricas da Seleção Brasileira.
www.nestle.com.br

Fonte: Jornal - O Serigráfico

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Evento Gastronômico UNIP 2010



















Senai de informática oferece palestras gratuitas para profissionais de design gráfico e web

As próximas serão no dia 19 de junho. Atividades destinam-se a empresários e estudantes


A Escola Senai de Informática, localizada na capital paulista, promove até julho uma série de encontros gratuitos, sempre aos sábados, para os profissionais das áreas de design gráfico, publicidade, editoração, ilustração fotografia e desenho industrial.

O objetivo dos encontros é identificar tendências do mercado, desenvolver e aplicar conhecimentos técnicos para a criação de novos produtos, traçar o perfil do profissional inovador, agregar ações de marketing de relacionamento na abordagem dos clientes e analisar cases.

Para participar, o interessado deve se inscrever pelo e-mail senaiinformatica@sp.senai.br.


Próximas palestras:
Sábado – 19 de junho
10h30 – Dicas para mostrar seu home office e gerar negócios com a web. Convidado: Alex Pacini
14h30 – Marketing direto com interatividade. Convidado: Rafael Lima

Sábado – 17 de julho
10h30 – Outro olhar na estética publicitária. Convidados: Keila e Paulo César
14h30 – Colorização de ilustrações e histórias em quadrinhos com photoshop. Convidado: Paulo Gomes

terça-feira, 11 de maio de 2010

Twitter confirma existência de bug

O serviço de microblog Twitter confirmou nesta segunda-feira a existência de um bug que poderia forçar usuários a seguirem outros.

A notícia de um provável bug surgiu em post de um blog turco, o qual o blog Webrazzi seguia e fez testes para comprovar se o processo realmente acontecia. E, realmente, havia um bug. Bastava escrever "accept xxxx", substituindo os x pelo nome de usuário desejado.

Um porta-voz do Twitter, Sean Garrett, afirmou que o bug era verdadeiro e que estavam trabalhando para consertar o erro.

Na última hora, mais um bug: todos os seus seguidores e todos os usuários que te seguem e de sua conta. Números completamente zerados.

Na verdade, nada de bug. Um post no blog de status do Twitter afirma que isso foi necessário para dar fim ao bug inicial. De acordo com o blog, o bug já foi consertado.
Fonte: olhardigital.com

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O marketing também atua na musica !


Sabe o que Evanecence, Arctic Monkeys, U2, Lily Allen e Marisa Monte têm em comum?

Todos estes artistas (ou marcas) são frutos de apuradas campanhas de marketing.

Sucesso é o que todo mundo quer. Para você ligado à música, o sucesso tem um sabor especial, um sentido que ultrapassa o mero sucesso empresarial. É a glória de espalhar sua mensagem para milhares de ouvintes que o terão como referência cultural.

Marketing musical ganha afinação digital

Antes da aurora da era digital, o marketing e a promoção de músicas giravam em torno de conseguir que as canções fossem executadas pelas rádios, pela MTV, e que recebessem boas críticas. Mas o jogo mudou dramaticamente. Diversos artistas fecharam acordos com empresas de Internet e operadoras de telefonia móvel que se tornaram parceiras no lançamento de álbuns em troca dos direitos de venda de download de áudio e vídeo das canções incluídas.
Enquanto a indústria fonográfica sofre declínios de vendas e se vê forçada a reavaliar seus modelos de negócios, uma área que se beneficia do processo é o marketing, onde os custos vêm sendo cobertos pelos novos parceiros no setor de tecnologia.

"As verbas totais de marketing podem ter se mantido ou não, mas o dinheiro não sai mais apenas dos cofres das gravadoras. Há muitos novos parceiros que desejam conteúdo exclusivo e estão dispostos a pagar por ele", disse um executivo do setor de música.

Para a campanha multimilionária de marketing que marcou o lançamento de Confessions on a Dancefloor, o mais recente álbum de Madonna, a cantora lançou o single Hung Up como ringtone antes de a canção chegar às rádios, em outubro, a primeira ocasião em que isso acontece no caso de uma estrela da estatura de Madonna.

Fontes familiarizadas com a indústria fonográfica dizem que as operadoras de comunicação sem fio estão particularmente dispostas a investir seu dinheiro em bandas e cantores quentes. À medida que cai o preço das ligações em celular, as operadoras procuram por novas fontes de receita, como transmissão de dados e serviços avançados, incluindo downloads de música e ringtones.

As operadoras de telefonia móvel consideram que conteúdo, especialmente exclusivo, como uma nova canção, é essencial para ampliar suas receitas e atrair novos clientes. Adam Klein, vice-presidente de estratégia e desenvolvimento da EMI Music, parte do EMI Group, disse que a Verizon Communications investiu "soma considerável de suas verbas publicitárias" em um dos grupos da EMI, o Yellowcard, para lançar um serviço que permite que consumidores baixem música diretamente para celulares.

O mercado para vídeos musicais, visto primariamente como ferramenta de marketing, também mudou significativamente. Depois de fornecer vídeos gratuitamente para a MTV e outros veículos por anos, as gravadoras estão agora recebendo receitas provenientes da venda de vídeos para a Internet, TV a cabo, satélite e serviços móveis sem fio.

"Os vídeos ganharam importância como um ativo e forma de garantir receita. Estamos vendo as pessoas investirem em sua produção, em vez de cortarem os fundos, como era feito antes", afirma Klein. Apesar disso, o tempo de divulgação nas rádios ainda é considerado chave para alavancar as vendas, mas mudanças tecnológicas e econômicas e um processo recente movido pelo promotor público de Nova York, Eliot Spitzer, que descobriu corrupção envolvendo lançamento de músicas nas rádios, levou a uma reavaliação dos métodos tradicionais de marketing no setor.

"Eu diria que as mudanças apenas começaram. As gravadoras ainda se preocupam bastante com os gráficos de tempo de execução nas rádios, mas esta já diminuiu. Elas estão aprendendo que há outras maneiras além da tradicional promoção de música", disse Dave Beasing, da Jacobs Media, consultoria na área de rádio.

Segundo Beasing, algumas empresas já aceitaram o fato de que as gravadoras estão se voltando para as comunidades de Internet, como a Myspace.com, da News Corp, e lançando músicas como ringtones para criar um burburinho antes das rádios. "No passado, isso poderia não ser bem visto pelas rádios, que sempre quiseram ser os primeiros a tocar e lançar uma música, mas agora elas preferem ser conhecidas por tocar boa música em vez de todas as músicas", explicou ele.

Rádios cujas transmissões não utilizam satélite estão atualizando seus sistemas para serviços de alta definição e expandindo sua presença em outros meios, como a Web, para competir num mercado em mutação. "O comportamento do consumidor mudou. Ouvintes não selecionam suas músicas somente pelo rádio e pela televisão. Eles estão passando cada vez mais tempo online e em aparelhos como o telefone celular. Estamos garantindo que nossas marcas alcancem esses ouvintes de diversas maneiras", disse Evan Harrison, coordenador da Divisão de Rádio e Música Online do Clear Channel, a maior operadora de rádio dos Estados Unidos.

Harrison, que já trabalhou na AOL, buscou ampliar as marcas das estações locais da Clear Channel fornecendo conteúdo exclusivo e original online sob-demanda e uma série de concertos para a Web ¿ colocando na Internet artistas novos ou pouco conhecidos e divulgando álbuns esperados antes da data de lançamento, além de programas matutino, vídeos e podcasts.

Segundo ele, essa estratégia contribuiu para que novos artistas aumentassem sua audiência e criou expectativa por novos lançamentos. As vendas digitais de músicas mais que dobraram em 2005 nos Estados Unidos, para 352 milhões, enquanto que as vendas de CDs caíram 7%, segundo dados da Nielsen Soundscan.


Fonte: www.tecnologia.terra.com.br